quarta-feira, 14 de outubro de 2009

49 Anos de idade



Tive de rever os dados do nosso Blog! 48 Anos de idade é passado!
A razão é simples. Nasci a 29 de Setembro de 1960, e por isso completei há dias 49 anos de idade! Estou contente pela forma como Deus que me tem abençoado, guardado e orientado. Minha família esteve comigo, a começar pelos de casa, e a igreja da Praia, a outra grande família também. Meus amigos das ilhas e mundo presentes!
Interessante é que o meu 49º aniversário foi ocasião para me dar a conhecer mais uma faceta do meu amigão Dr. Geraldo Nunes Filho – a de POETA!
A - Admirável por sua visão transformacioal
D = Determinado a fazer diferença
E = Excelente em fazer amigos de verdade
R = Rigoroso com a possibilidade do homem viver santamente.
I - Interessado na divulgação do Reino de Deus
T - Totalmente amante da família que tem
O - Ostensivo no que se refere a tornar os outros superiores a ele mesmo.
Feliz aniversário meu amigo,

PG

PS: Obrigado pelo Acróstico, que Deus o abençoe e à sua estimada família.

A D É R I T O

Até ao Navio…


É do livro de Actos, escrito pelo Dr. Lucas a afirmação do título acima, (Actos 20:38) para assinalar um momento particularmente difícil de despedida, do grande apóstolo.

Ti Roy, como carinhosamente os sanvicentinos e nós os outros tratávamos o missionário Henck, usava sempre a frase quando deixava no cais em Mindelo os seminaristas que tomaram conta por algum tempo da Igreja em Porto Novo, na altura sem pastor residente.

Chegara o momento de sermos nós e pela última vez em relação ao Ti Roy usar a expressão! Rev. Delgado nos deu a noticia: “Irmão Roy foi para Casa, há 30 minutos atrás”! Avisei à Ester aluna dele nos idos anos de 80 e chamei o Superintendente de seguida. Poucos minutos depois e via telemóvel o Rex de Oklaoma reconfirma a noticia: “Sr. Adérito, nosso pai já não está conosco”! Animei-o e pedí-lhe que transmitisse ao Kim, Kevin e Steven, nossa solidariedade e amizade.

Seguimos viagem acompanhando o Sr. Superintendente até Bóston, Filadélfia e Acron Canton (OHIO), para o último ADEUS ao grande missionário, mestre e pastor das ilhas.

Creio sinceramente, que Cabo Verde mais uma vez marcou sua posição de destaque, dando honra a quem honra merece!

Dr. Jorge de Barros e D. Manuela, Rev. Paul Stroud e D. Nettie, Rev. Phillipe Troutman e D. Paula chegaram para a hora sentida. Ouvimos elogios de todos. Revs. Araújo e Delgado apresentaram comunicações estruturadas e oportunas. Nós, em poucas palavras dissemos à igreja reunida do impacto que a passagem do Rev. Henck teve e terá nas ilhas e no mundo, através de várias gerações de obreiros bem treinados. Dr. Barros foi o pregador usado por Deus, para confortar nossos corações e apontar-nos a realidade da Casa do Pai!

Seguimos longa viagem até Virgínia, passando pela casa onde D. Glória viveu sua adolescência e parte da Juventude e finalmente, de novo no Locust Hill Cemetary.
Rev. Stroud muito emocionado dirigiu as últimas palavras e Dr. Troutman dirigiu-nos o hino: “Oh, graça excelsa”… Chorámos, pois a hora do Navio estava a aproximar-se…

Agradecemos nessa hora aos filhos do Casal Henck tanto respeito e amor por Cabo Verde. Ouvimos relatos impressionantes de experiências e bênçãos dos pais nas ilhas e de como diariamente oravam por nós! Sr. Roy orou por nós durante a 56ª Assembleia!

Percebemos uma forte ligação dos filhos e familiares a Cabo Verde e acreditamos sinceramente que os próximos tempos vão provar isso.

Todos os obreiros presentes fizeram questão de tocar o caixão de Ti Roy num gesto de gratidão. Olhos molhados, participamos de uma das mais difíceis marchas – Hora di Bai! Porém, voltamos comprometidos a honrar o investimento e legado deixado.

Cumprimos mais um dever e fomos fiéis ao que aprendemos: ATÉ AO NAVIO! Assim foi, Nhô Roy!

Regressamos cantando um dos últimos hinos que Rev. Henck nos ensinou: (LA 207)

Quando o meu tempo de luta passar
Quando meu Deus para Si me chamar
Grato, perante Jesus hei-de estar
Glória perene será para mim!

Sim, há-de ser glória p´ra mim
Glória p´ra mim! Glória p´ra mim
Quando SEU rosto puder contemplar,
Oh! há-de ser grande glória p´ra mim!

Ti Roy! You will never be forgotten!

-Pr. Adérito Silves Ferreira -

A Igreja



“Edificarei a minha igreja”, não foi a declaração de um político em determinada competição eleitoral, nem dessas promessas pretensiosas e falsamente adornadas de altruísmo social que, traiçoeiramente, conquistam a simpatia das massas. Foi declaração despida de egoísmo, simples, profética, emanada do coração puro e proferida pelos lábios do único detentor do direito de o fazer: Cristo.

A comunidade cristã primitiva escolheu o termo “igreja” que significava “proclamar”, “convocar” e que designava na linguagem profana “assembleia”, de preferência a qualquer outro termo. Este é igualmente o uso mais frequente dos autores do Novo Testamento (Lucas 23 vezes, Paulo 63 vezes) para “comunidade cristã” cultualmente reunida ou não, quer no âmbito doméstico, local, regional ou universal.

A igreja é exageradamente vista como puro agregado humano, fruto de decisões e actividades dos homens. Se é certo que descuidada ênfase ao carácter divino, além de lhe adulterar a realidade, desvirtua o mistério que encerra, não é menos correcto e justo que se combatam ideias à parte humana da sua natureza. É um facto histórico, visível que transcende o tempo e os homens que nele intervêm.

Como disse alguém: “afetada, por vezes profundamente, pelos acontecimentos que vão tecendo a história, abalada e marcada por eles, nunca porém, sucumbirá”. E por quê?

É importante que saibamos o que é a Igreja, mas precisamos saber o que somos nela e porque pertencemos a ela, para a podermos amar e defender.

Em cada momento da história o que a igreja é depende, em grande parte, das decisões dos homens que a compõe. O que a igreja e Cristo são para o fiel foi acertadamente resumido por um pregador: “ quem exalta a Igreja, exalta a Cristo”. Concorda? Que é a Igreja para você?

- Dr. Eugénio R. Duarte –
Superintendente Geral

A vontade de Deus


“Não ameis o mundo, nem as coisas que no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do Pai, mas, procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente”.
Normalmente ouvimos declarações como estas: “Tenho personalidade. Não me deixo influenciar. Faço sempre o que decidi fazer e não o que os outros desejam que eu faça”. O homem quer ser senhor da sua vontade. Isso é natural. Mas até que ponto é verdade? Até onde exerce a sua vontade própria?
Vivemos diariamente sob tremenda dose de propaganda. Na rua, na escola, no trabalho, a sociedade vive sob pressão e, muitas vezes, não faz o que gostaria de fazer, mas apenas o que o marketing da vida e as influências anónimas querem que seja feito. SE nos submetermos todos a um auto-exame ficaremos convencidos disso. Mas a Bíblia lança um desafio: “Aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente”.
Qual é a vontade de Deus? Talvez você pergunte. É Paulo quem responde: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. (Rm.!2:1-2)
A vontade de Deus consiste em não nos conformarmos com as coisas que acontecem diariamente neste mundo. Não podemos pactuar com o mal, esteja ele disfarçado nas melhores fantasias possíveis. Porém, isso só ocorrerá se permitirmos uma mudança na nossa mente, da parte de Deus, pois é por ela que a vontade do Senhor é opera. E quando tal acontece, o nosso comportamento melhora e a nossa vontade se alinha à de Deus.
Não esqueçamos que Ele conhece o princípio e o fim de todas as coisas. Conhece todas as fórmulas e até quantos fios de cabelo temos em nossa cabeça. Permita que Ele seja soberano em sua vida e, consequentemente, na sua vontade.

Feliz a pessoa que em Deus põe a sua confiança!

- Rev. Fernando de Sá Nogueira –

Superstições e Crendices


É o medo do desconhecido aliado à insegurança da vida que geram nos homens crenças supersticiosas.
As superstições têm origem no início da civilização humana e com ela deverão morrer. Fazem parte da própria essência intelectual humana e não há momento na história do mundo em que elas não estejam presentes. Fazem parte de muitos actos da vida do homem, seja do mais rude ao mais instruído, o cientista, o escritor, o artista.
São sempre de carácter defensivo, respeitada para evitar um mal ou algo não desejado.
Os amuletos, transformados em adornos e jóias são sinais exteriores das superstições. São objectos de defesa, ao qual se atribui a virtude de afastar malefícios e trazer boa sorte, como figa, um ramo de arruda, olho, búzio, trevo. O talismã tem a mesma finalidade do amuleto, mas é feito especialmente para determinada pessoa, e só a ela irá defender.
Para a “defesa”, pessoal ou da residência, existem os banhos com ervas e rituais que “limpam” o ambiente.
Superstição é também acreditar na existência real dos mitos folclóricos, como o saci, a mula-sem cabeça, o lobisomem, bruxas e em feitiços jogados, mau olhado ou olho gordo.
Há crendices que não implicam em medo ou defesa de algum mal, como por exemplo: as sortes tiradas nas festas do ciclo junino, a ingestão de certos alimentos na ceia de Ano Novo, a criança a jogar o dente de leite no telhado para obter dentes fortes.
As superstições ligadas à gravidez e ao parto são muito antigas e têm uma grande importância na vida dos povos. Os filipinos acreditam num espírito maligno que perturba o parto, tornando-o penoso. Os húngaros costumavam atirar por sobre a cabeça da parturiente para afastar os maus espíritos. Em algumas tribos africanas havia a crença que a mulher grávida não devia acompanhar enterro porque a alma do morto poderia encarnar o bebé. Entre os índios da Amazónia, as mulheres, principalmente quando estão grávidas, não devem assistir ao preparo curare (veneno), não podem pegar na caça e nas armas. Não podem comer paca, pois de contrário não conseguiriam dormir.
Há uma quantidade enorme de superstições conhecidas, passadas de pai para filho e presentes no cotidiano de muitas pessoas:
- uma tesoura não deve ficar aberta por muito tempo. Dá azar; - o gafanhoto verde da sorte. A sua aparição é sinal de esperança; - ao acompanhar um enterro não se deve entrar no cemitério antes do caixão; - pisar em rabo de gato atrai malefícios; - não se deve passar debaixo de escadas ou quebrar espelho. Dá azar; - chinelos emborcados atraem desgraças; - colocar a vassoura atrás da porta expulsa visitantes da casa; - criança que ao nascer traz a mão fechada será sovina quando crescer; - criança que brinca com fogo à noite faz xixi na cama; - quando uma criança sonha que está caindo num poço é sinal de que está crescendo; - coceira na palma da mão não é boa coisa; - deixar mala aberta é de mau agouro, pois se assemelha a um caixão mortuário;
Há também aquelas pessoas supersticiosas que usam o mesmo tipo de roupa, por exemplo, quando o seu time de futebol vai fazer uma partida importante, para não dar azar. Isso é muito comum na época da Copa do Mundo de Futebol, tanto entre torcedores quanto entre os jogadores.
O homem se esquece de algo extremamente importante, de que todas estas crendices e superstições poderiam se encerrar na pessoa bendita de nosso Senhor Jesus Cristo, pois Ele é, sem sombra de dúvidas, o nosso Guia e Protector.
Embora sejam milenares estas crendices, a humanidade poderia estar vivendo muito melhor se tivesses deixado ser ensinados e cuidados pelo Criador e não pela criatura, muitos sofrem e carregam um fardo tão pesado por terem que cumprir rituais – verdadeiros escravos das superstições e crendices.
A palavra de Deus nos ensina que devemos depositar em Jesus Cristo todo peso toda dificuldade todo medo, toda ansiedade pois Ele cuida de nós (I Pedro 5:7). E ainda no Salmo 37:5 o Senhor diz: Entrega o teu caminho ao Senhor confia nele, e o mais Ele tudo fará.
Se você tem vivido influenciado pelas superstições e crendices eu quero te desafiar hoje a um novo estilo de vida Jesus!
LEIA A BIBLIA.
Deus te abençoe.

- Sandra Nogueira –
Presidente Distrital de Missões
Distrito – São Paulo



terça-feira, 11 de agosto de 2009

A outra Assembleia…



Dentro de algumas semanas vos daremos a todos, irmãs e irmãos, das ilhas e do mundo, as boas vindas à Praia – chamada Capital de Gentileza!

Trata-se da ocasião do encontro para 56ª Assembleia do nosso distrito, precedida do Acampamento e alguns Workshops.

Todas as condições possíveis estão sendo criadas. Meses seguidos de orações, melhorias no templo, ensaios e horas a fio de acertar pormenores, sonhando com um tempo marcante e admirável para cada um!

A equipa pastoral, a Junta da Igreja, as sete comissões constituídas e os irmãos esperam a todos com alegria, acreditando num espírito de cooperação, compreensão e compromisso.

O Lema da 56ª Assembleia: “Fazendo Discípulos Semelhantes a Cristo em Cabo Verde” é sugestivo e desafiador. Então, nenhuma atitude aquém do alvo deveria ter lugar, não venha beliscar o sucesso do Evento!

Praia tem procurado fazer bem em todas as circunstâncias e lugares. Creiam-nos que com ajuda de Deus, assim será em Agosto próximo.

Tenham boa viagem e aqui vos aguardaremos para as boas vindas. Ebenezer!

“YES, WE CAN”!

- Pr. Adérito Silves Ferreira -

Temos dado bom fruto


Santiago teve uma BEST (Brigada de Evangelização de S. Tiago), com base na cidade da Praia, sob a sábia liderança do Rev. Ernest Arthur David Eades.

Várias gerações participaram nesse trabalho de desbravar o “campo” santiaguense, fazendo uma boa sementeira, hoje com frutos, viajando a bordo do saudoso LandRover, CVS – 936!

É de justiça uma palavra de gratidão à visão e coragem do Rev. Eades e seus colaboradores, e á base de operação – a Igreja da Praia.

Sem pretensão de alguma índole a não ser glória de Deus e desafiar nosso povo nestes dias, ou ainda lembrar aos mais jovens de idade e na fé, que a Igreja da Praia ao longo desses seus quase 70 anos de caminhada, ajudou a “plantar” as igrejas de ASA, A. Fazenda, Pedra Badejo, Calheta, Tarrafal, ST., S. Domingos, Várzea, Lém Ferreira…

No cumprimento da Grande Comissão e dos ensinamentos e práticas do livro dos Actos, a igreja precisa fazer muito mais. Estamos aquém do alvo!

No último retiro pastoral inventariamos na grande Praia, 48 novos possíveis pontos de pregação e futuras congregações. Nós, enquanto uma das igrejas da cintura urbana da capital, assumimos nove igrejas organizadas até 2010/11!

Estamos motivados em ver Achada S. Filipe, S. Martinho Pequeno, Achada Grande Trás e Achada Mato fazendo parte, ainda antes do término de 2009, da visão assumida de uma Igreja Multicongregacional (Manual 100…)

Tenho estado a orar/jejuar e pensar, se não seria outra vez a hora de termos uma nova BEST, preparada para o século XXI, com novas ferramentas, visão, novos obreiros, mas, agora a cobrir geograficamente desde Porto Mosquito a Tarrafal de Santiago!

Meu colega e irmão, separe um tempinho e pense com carinho neste caso, pois o tempo urge e há contas a prestar!

Da minha parte e da igreja da Praia há total disponibilidade. Mãos à Obra!

- Pr. Adérito Silves Ferreira -

Assembleia Geral


Assembleia Geral é trabalho, lembrou alguém com responsabilidades de fazê-lo!

Estava por perto e acrescentei: sim, mas, também de comunhão, aprendizagem, desafios e por que não passeio. Todos estávamos de acordo!

Todos precisamos um tempo de descanso/férias e recobrar energias, para uma nova largada.

Custa às vezes assumir a realidade de nossas limitações físicas e consequentemente um tempo de retiro pessoal e familiar!

O Senhor nos tem dado um dia para “descanso”, e Jesus algumas vezes mostrou-nos a pertinência do assunto.

O ano sabático assumido e encorajado no Manual, indica a posição clara da nossa Igreja. Alguém concluiu: “ não somos de ferro”!

A fotografia que ilustra este curto e simples comentário, diz tudo. Não é mesmo?!

- Pr. Adérito Silves Ferreira -

Kurason ki kre Txeu!


Kurason ki kré txeu, ta faze tudu dia
Um mundu más bunitu y e ta xinti tudu dia
Ligria ki tem na kumpri mandamentu di Deus:
“Nhos ama kunpanheru”.

Kurason ki kre txeu, sta prontu tudu dia
Pa faze algen filiz, ku un bom dia kontenti
Ku un rostu alegri, un animu sinseru.

Kurason ki kre txeu, sta prontu pa djuda ku un jestu di amigu;
E ta da pon pa kenha ki tem fomi; agua pa mata sedi
Ropa pa gasadja korpu ki meste di gasadju.

Kurason ki kre txeu, ta da suguransa ku filisidade
Ta da konsedju di amigu, ta apoia na mau ora
Ku komprienson y un abrasu di paz.

Kurason ki kre txeu, é ka kaminhu di kabra,
Ma é un caminhu ki sta senpri abertu e prontu pa djuda ;
Pa limpa lágua, di kenha ki sta frontadu, di kenha ki sta ku medu,
Di kenha ki sta kansadu, di kenha ki sta disanimadu pa infrenta mas un dia.

Kurason ki kre txeu, ta da un monsada firmi na ora ki mestedu,
Pa djuda, pa raparti e pa uni sem medu y ku koraji.

Ama senpri, ku amor ki ta bem di fonti ki ka ta kaba
Di amor perfetu, di amor kompletu,
Ku amor ki ta bem di Deus.

(Autora conhecida)

Recordando…



Não se trata do texto da 3ª classe dos meus dias de escola primária, nos idos anos de 67, do século passado, em Vila Nova, Santiago – Cabo Verde.

Nesse texto, dois jovens se encontram depois de vários anos de separação durante uma inspecção militar, com lembranças interessantes da sua infância, em Angola.

Encontrei-me com Sr. Ron e D. Dóris nos corredores da Assembleia Geral. Ele Eng. Hidráulico de formação e ela artista manual de 1ª classe. Mas, irmãos de alto nível, comprometidos com a Causa e Missões!

Faço esta observação porque este Casal, de entre muitos outros, deu uma extraordinária contribuição na construção do Memorial Rev. Xavier Ferreira, em Tarrafal – Santiago, onde nossos colegas Silas e Cleonice são pastores, servindo ao povo da Vila mais a Norte da ilha gigante.

Dei-lhes notícias “frescas” da terra, mas, sobretudo de como Deus está operando, salvando e santificando vidas – enfim, a edificar Sua Igreja! Dóris, não conteve as lágrimas enquanto Ron me apertava emocionado a mão direita.

Tinha dois minutos para chegar à sala 330 A, onde discutíamos resoluções importantes para vida da nossa igreja. Dóris tomou segundos para mandar saudações à Ester e irmãos do Tarrafal.

Foi sem dúvida um bom momento de Recordação e de muita gratidão!

- Pr. Adérito Silves Ferreira -